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16 de abr. de 2013

Nos negócios e na vida, pense grande.

Paulo Leandro Leal

O bilionário americano Donald Trump disse uma vez: mire nas estrelas e acerte ao menos na Lua. Aliás, o título deste artigo remete a um dos livros escritos pelo magnata das incorporações imobiliárias. Pensar grande pode ser um exercício interessante e tem sido uma característica inerente às pessoas bem sucedidas nas mais diversas áreas. Se vamos sonhar, porque não sonhar alto? Se vamos pensar, porque não pensar grande? Ou porque não pensar bem grande?

Por mais simplista que parece esta filosofia, pensar grande não é fácil. Desde pequenos, somos “ensinados” que pensar grande é coisa de sonhadores. Não é difícil imaginar que personalidades como Jesus Cristo, Isaac Newton, Cristóvão Colombo, George Washington, Adam Smith, Thomas Edison e tantos outros tenham sido tachados de sonhadores. E no entanto, realizaram feitos memoráveis, realmente muito grandes.

A boa notícia é que podemos anular a regra de que devemos pensar pequeno e sermos humildes na hora de sonharmos. Podemos adotar um novo padrão mental de pensar grande, obtendo todos os benefícios que esta atitude pode proporcionar na vida das pessoas. E podemos aplicar esta filosofia de vida no nosso cotidiano, pensando grande em todas as áreas da vida: nos negócios, emprego, relacionamentos, religião, saúde, etc.

Porque querer ser um pequeno empresário, se posso querer ser grande? Porque querer ser um amigo mais ou menos, se posso querer ser um grande amigo? Porque querer ser um cristão meia boca, se posso querer ser um grande cristão? Porque querer ser um pai medíocre, se posso querer ser um grande pai? Porque querer ser um profissional insignificante, se posso querer ser o funcionário do ano? Porque querer ser um médico ruim, se posso querer ser o melhor médico do mundo? A lista é infindável.

O segredo de pensar grande é que isso pode melhorar a sua vida. É certo que entre o querer e o poder, entre o querer e o ser, existe ainda um longo percurso. Mas não existe o ser sem o querer. Querer é um princípio básico que inicia tudo. Acreditar é um segundo princípio, que dá continuidade ao processo, levando a pessoa a buscar na vida concreta meios de transformar o sonho em realidade. Por isso pensar grande é crucial para quem deseja fazer algo realmente importante e não apenas passar pela vida aceitando as circunstâncias e contando somente com a sorte.

Comece a pensar grande e vai perceber que coisas maravilhosas começarão a acontecer na sua vida. Afinal, disse Deus: “Pede-me, e eu te darei as nações por herança, e as extremidades da terra por possessão”. Salmos 2.8. O que foi mesmo que você pediu a Deus na sua última oração?
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14 de jan. de 2012

Fazendo a diferença

Uma das características essenciais das pessoas de sucesso é que eles sempre buscam fazer a diferença, onde quer que estejam, fazendo o que estiverem fazendo.  Fazer a diferença significa ir além das suas simples obrigações, fazer algo mais. Não adianta ser um excelente funcionário, que cumpre as tarefas, sabe lidar com os colegas e chefe. É preciso mais do que isso. Fazer a diferença é extrapolar até mesmo o seu raio de ação, ou seja, sair da zona de conforto, do seu campo de atuação.

Um professor que leciona o dia inteiro, cumpre bem as suas obrigações e faz os alunos realmente aprender alguma coisa não faz mais do que a sua obrigação. Um professor que, além de tudo isso, dá aulas de reforço aos sábados para alunos carentes da sua comunidade está fazendo a diferença. Sua atitude é capaz de gerar grandes mudanças nas pessoas e na sua comunidade, gerando uma onda de efeito positivo, como uma pedra lançada em um lago.

Um médico que trata bem os pacientes, é um grande especialista na sua área, é renomado e reconhecido, também não está fazendo a diferença. Para fazer a diferença é preciso ir além, como, por exemplo, doar parte do seu tempo ao atendimento gratuito de pessoas que não têm condições de pagar por uma consulta. Esta atitude faria toda a diferença, pois beneficiaria em toda a vida do profissional milhares de pessoas. Também faria a diferença se ele criasse um novo método de tratamento, por exemplo.

No mundo dos negócios, fazer a diferença já não significa somente ter ética, responsabilidade social e respeito ao meio ambiente. Isso já se tornou paradigma do novo tempo e, portanto, obrigação de qualquer empresário. Fazer diferente é investir em inovação, em ações que possam ajudar a melhorar a vida das pessoas na empresa, na comunidade e no mundo. Empresas inovadoras, como a Apple, fazem a diferença e mudam a vida das pessoas. Imaginem o mundo sem a internet, sem a televisão, sem o celular. As empresas que desenvolveram estas tecnologias fizeram toda a diferença.

No seu trabalho, na sua casa, na sua rua, você também pode fazer a diferença. Basta ir além, ser mais do que um bom profissional, buscar novos conhecimentos, propor desafios e estar disposto a aprender e a buscar conhecimento. Fazer a diferença é ser reconhecido como alguém que, além de indispensável, faz bem ao seu meio e se destaca dos outros por sua generosidade e capacidade de criação de novas realidades. É não se acomodar em sua zona de conforto e se atirar rumo ao desconhecido.

Não espere para começar a fazer a diferença. Muitas pessoas dizem que não se esforçam mais porque estão no emprego errado, fazendo algo que não gostam. Estas pessoas se iludem, pois se não fazem a diferença agora também não farão quando estiverem no emprego que acham ser o certo. Na verdade, estas pessoas talvez nunca encontrem o trabalho ideal, pois um dos grandes segredos das pessoas que fazem a diferença não é trabalhar naquilo que gosta, mas gostar muito daquilo que está fazendo, seja uma macarronada ou mesmo um projeto de um avião.

Um bom teste para saber se você faz a diferença é parar sempre o que está fazendo e se perguntar se está fazendo da melhor forma, se está se dedicando 100%, se está tendo prazer em fazer aquilo. Avalie a sua vida. Veja o que pode melhorar em você mesmo. Depois, avalie se a sua vida contribui para melhorar a vida de outras pessoas, da sua comunidade e da sua cidade. Se não, você definitivamente não está fazendo a diferença. Mas não se desespere, pois sempre é tempo de mudar.

E então, o que está esperando para começar a fazer a diferença agora.
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4 de jun. de 2011

Grandes gênios precoces

Mozart - Aos cinco anos compôs ums sinfonia; aos 11, dias óperas.
Beethoven - Aos dez anos era um músico de talento; aos 31 ficou surdo e começou, então, a produzir obras geniais.
Miguel Angelo - Aos oito anos, conhecia todos os segredos da Arte.
Tasso - Aos sete anos, fazia versos.
Victor Hugo  - Aos 13, obteve um prêmio nos jogos florais de Toulouse.
Leibnitz - Aos oito anos, aprender latin sozinho; aos 12 começou a estudar grego.
Young - Aos oito anos, sabia falar seis línguas.
Pascal - Aos 14 anos, descobriu por si só as primeiras 31 proposições de Euclides; aos 16 escreveu um Tratado de Seções Crônicas que surpreendeu os sábios da época.
Hamilton - Aos três anos, estudava hebreu; as 13 sabia 12 línguas e aos 18 era um dos maiores matemáticos do seu tempo.
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