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21 de nov. de 2011

Preconceito global

A campanha feita por alguns atores da TV Globo contra a construção da usina de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, revela preconceito, arrogância, desinformação e oportunismo. Não é de hoje que artistas globais se aproveitam de campanhas pseudo-ambientalistas para destilar preconceito regional e repetir mantras verdes que parecem deixar o mundo melhor, mas só contribuem para desinformar a sociedade e para condenar milhões de pessoas à pobreza e abandono.
Ao falarem de um tema sobre o qual não estudaram, os artistas globais estrelam um vídeo repetindo velhos e falsos argumentos – muitos criados há 30 anos por poderosas organizações européias e americanas. A influência estrangeira não fica somente nos argumentos. O próprio estilo do filmete foi copiado de outro realizado nos Estados Unidos pelo diretor de cinema Steven Spielberg, estrelado por artistas democratas. Não por acaso, o Partido Democrata é um dos principais veiculadores de teorias sobre catastrofismo ambiental.
Voluntariamente ou não, alguns artistas da emissora de TV mais importante do País se aliaram a uma agenda que vem de fora, disseminando os mesmos e velhos preconceitos contra o Brasil, que segundo esta ótica, não teria condições de administrar seus bens ambientais, especialmente a Amazônia. Usando os óculos verdes emprestados por organizações políticas e religiosas anglo saxônicas, os artistas apenas repetem o antigo mantra de que a Amazônia não pode ser tocada, mantendo-se como reserva verde do mundo.
Contribuem para desinformar e confundir a sociedade brasileira, ao afirmarem, erroneamente, que os custos do empreendimento serão pagos pelo contribuinte. Belo Monte foi concedida a um consórcio de empresas e será construída com recursos da iniciativa privada. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Socioambiental (BNDES) vai apenas emprestar partes dos recursos, recebendo por isso juros e correções. Quem vai pagar Belo Monte é o consumo gerado pelo crescimento da economia brasileira nos últimos anos, e não o governo.
Ao investirem no catastrofismo ambiental, pregando que boa parte da Amazônia será alagada com a construção da usina, os artistas globais investem em uma mentira deslavada inventada por militantes verdes sem causa. Na verdade, Belo Monte será um projeto modelo e terá um dos menores reservatórios, limitando-se a alagar, de fato, menos de 250 quilômetros quadrados de áreas efetivamente, já que boa parte do reservatório será formado no atual leito do rio.
Qualquer pessoa sensata que estude de fato Belo Monte sabe que se trata de um projeto diferente e sustentável. Quem acompanha de perto a construção da usina percebe os cuidados que cercam a obra e a quantidade de ações paralelas que irão beneficiar as comunidades locais. Quem não tem informação ainda sobre o projeto deve buscar fontes confiáveis para formar opinião. Jamais devem dar ouvidos a artistas globais que são muito bons em ficção, mas decidiram continuar investindo no gênero ao gravar este lamentável vídeo contra Belo Monte.

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